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Simulados de Português
1-) A frase em que os vocábulos sublinhados pertencem à mesma classe gramatical, exercem a mesma função sintática e têm significado diferente é:
a) Curta o curta: aproveite o feriado para assistir ao festival de curta-metragem.
b) O novo novo: será que tudo já foi feito antes?
c) O carro popular a 12.000 reais está longe de ser popular.
d) É trágico verificar que, na televisão brasileira, só o trágico é que faz sucesso.
e) O Brasil será um grande parceiro e não apenas um parceiro grande.
2-) (ITA) Marque a opção que identifica autor e período literário a que pertence o seguinte excerto: "Esta foi a origem do pecado original, e esta é a causa original das doenças do Brasil - tomar o alheio, cobiças, interesses, ganhos e conveniências particulares, por onde a justiça se não guarda e o Estado se perde. Perde-se o Brasil, Senhor (digamo-lo em uma palavra), porque alguns ministros (...) não vêm cá buscar o nosso bem, vêm cá buscar os nossos bens. Assim como dissemos que se perdeu o mundo, porque Adão fez só a metade do que Deus lhe mandou, em sentido averso - guardar sim, trabalhar não -, assim podemos dizer que que se perde também o Brasil, porque alguns de seus ministros não fazem mais que a metade do que (...) lhes manda."
a) Lima Barreto - Pré-Modernismo
b) Padre Bernardes - Neoclassicismo
c) Rui Barbosa - Modernismo
d) Padre Vieira - Barroco
e) Frei José de Santa Rita Durão - Arcadismo
3-) A obra de Lima Barreto:
a) É considerada pré-modernista, uma vez que reflete a vida urbana paulista antes da década de 20.
b) Gira em torno da influencia do imigrante estrangeiro na formação da nacionalidade brasileira, refletindo uma grande consciência crítica dessa problemática.
c) Reflete a sociedade rural do século XIX, podendo ser considerada precursora do romance regionalista moderno.
d) É pré-modernista, refletindo forte sentimento nacional e grande consciência critica de problemas brasileiros.
e) Tem cunho social, embora esteja presa aos cânones estéticos e ideológicos românticos e influenciou fortemente os romancistas da primeira geração modernista.
4-) Sua história tem pouca coisa de notável. Fora Leonardo algibebe1 em Lisboa, sua pátria; aborrecera-se porém do negócio, e viera ao Brasil. aqui chegando, não se sabe por proteção de quem, alcançou o emprego de que o vemos empossado, o que exercia, como dissemos, desde tempos remotos. Mas viera com ele no mesmo navio, não sei fazer o quê, uma certa Maria de hortaliça, quitandeira das praças de Lisboa, saloia2 rechonchuda e bonitona. O Leonardo, fazendo-se-lhe justiça, não era nesse tempo de sua mocidade mal apessoado, e sobretudo era maganão3. Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o Leonardo fingiu que passava distraído junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria, como se já esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar de disfarce um tremando beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma declaração em forma, segundo os usos da terra: levaram o resto do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela e beliscão, com a diferença d serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte estavam os dois amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de muitos anos. (Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias) Glossário: 1 algibebe: mascate, vendedor ambulante. 2 saloia: aldeã das imediações de Lisboa. 3 maganão: brincalhão, jovial, divertido. (FUVEST) Neste excerto, o modo pelo qual é relatado o início do relacionamento entre Leonardo e Maria:
a) manifesta os sentimentos antilusitanos do autor, que enfatiza a grosseria dos portugueses em oposição ao refinamento dos brasileiros.
b) revela os preconceitos sociais do autor, que retrata de maneira cômica as classes populares, mas de maneiras respeitosa a aristocracia e o clero.
c) reduz as relações amorosas a seus aspetos sexuais e fisiológicos, conforme os ditames do Naturalismo.
d) opõe-se ao tratamento idealizante e sentimental das relações amorosas, dominante do Romantismo.
e) evidencia a brutalidade das relações inter-raciais, própria do contexto colonial escravista.
5-) Sobre Bocage, assinale a informação incorreta :
a) Além de produzir poesia culta, foi poeta popular e exímio improvisador.
b) Sob a linguagem grosseira, mas sempre divertida, com que representa situações escabrosas, revela-se,muitas vezes, um moralismo bastante convencional, machista e preconceituoso.
c) A capacidade de representar o traço caricatural e ridículo de situações e pessoas, aliada à versificação fluente e precisa, à linguagem próxima da oralidade, fazem-nos rir, até nas passagens vulgares, mesmo quando discordamos da visão distorcida e en
d) Os alvos privilegiados de sua sátira foram os mulatos e os mestiços das colônias orientais. É contra eles que mostra a presunção de superioridade do branco europeu, o racismo e o preconceito.
e) A sátira bocagiana é superior à sua produção lírica, além de ser muito mais popular, autêntica e original.
6-) Comparando a oratória sacra de Pe. Antonio Vieira à do Pe. Manuel Bernardes, só podemos dizer que:
a) se repartem entre temas políticos e sociais e temas místicos, apoiando-se ora na realidade social, ora nas questões metafísicas e teológicas;
b) se dividem entre o Brasil e Portugal, entre o nacionalismo luso e o universalismo da Igreja Católica Romana;
c) privilegiam o aspecto conceptista do barroco e refletem, de formas diversas, o fervor religioso da Contra-Reforma;
d) são, a rigor, obras luso-brasileiras, já que seus autores viveram na Colônia, refletiram sobre a realidade do Novo Mundo e pregaram sobre ela;
e) representam uma oposição aos abusos da Metrópole, do Absolutismo e da Inquisição, prenunciando o racionalismo neoclássico.
7-) Sobre a poesia produzida pelas Academias Literárias (dos Singulares e dos Gêneros), só não podemos dizer que:
a) foi unida em duas antologias : Fênix Renascida e Pastilhão de Apolo.
b) Reflete a frivolidade e o rebuscamento da elite aristocrática e burguesa, em uma época de crise e decadência do país.
c) Resulta, muitas vezes, do propósito de exibir a habilidade versificatória dos acadêmicos.
d) Boa parte do que se escreveu tem caráter encomiástico (= bajulatório)
e) Representa uma resistência contra os exageros imagéticos e formais do Barroco.
8-) (CESEP - PE) I - "O momento ideológico, na literatura do Setecentos, traduz a crítica da burguesia culta, ilustrada, aos abusos da nobreza e do clero." II - "O momento poético, na literatura do Setecentos, nasce de um encontro, embora ainda amaneirado, com a natureza e os afetos comuns do homem". III - "Façamos, sim, façamos doce amada / Os nossos breves dias mais ditosos." Estes versos desenvolvem o tema do carpe diem .
a) só a proposição I é correta;
b) só a proposição II é correta;
c) só a proposição III é correta;
d) são corretas somente as proposições I e II;
e) todas as proposições são corretas.
9-) Assinale a alternativa incorreta sobre o Barroco português:
a) Foi mais expressivo na prosa do que na poesia.
b) Corresponde a uma fase de decadência de Portugal, primeiro dominado pela Espanha (1580-1640) e depois pressionado pela concorrência da Holanda e outro países.
c) A cultura acadêmica era frívola, rebuscada e voltada para a bajulação dos poderosos.
d) O surgimento do Mito Sebastianista, associada aos mitos messiânicos do Encoberto e do Quinto Império, pode ser interpretado como uma reação “nacionalista” à estagnação e decadência do país.
e) A poesia épica, voltada para a exaltação dos heróis do passado, foi o gênero literário mais significativo no Barroco luso.
10-) (CESGRANRIO) “Acesas” é particípio adjetivo de “acender”, verbo chamado abundante, porque possui dupla forma de particípio (acendido e aceso). Em abundância, que é geralmente do particípio, em alguns verbos ocorre em outras formas. Assim, por exemplo, é o caso de:
a) coser
b) olhar
c) haver
d) vir
e) dançar
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