11/03/2014 - 09:40h
Qualquer lista de mulheres cientistas precisa ter Marie Curie, a primeira a receber um Prêmio Nobel, o de Física, em 1903. E ela foi a primeira em muitas outras coisas: a primeira mulher a ser professora na Universidade de Paris e a primeira pessoa a receber o Prêmio Nobel duas vezes - contando com o de Química, que ela recebeu em 1911. Marie Curie e seu marido, Pierre Curie, descobriram elementos como o polônio e o rádio.
Gertrude Elion foi fundamental no desenvolvimento de medicamentos contra a AIDS. Essa bioquímica norte-americana venceu o Prêmio Nobel de Medicina, em 1988.
Essa cientista irlandesa poderia ser uma das poucas mulheres que receberam um Prêmio Nobel de Física. Poderia. Uma pesquisa em que ela teve participação ativa acabou levando o Prêmio de 1974, mas o vencedor oficial foi o supervisor dela. Apesar disso, Jocellyn Bell Burnell é reconhecida com uma das grandes astrônomas do mundo e teve papel na descoberta das pulsares, estrelas de nêutrons densas e muito pequenas.
Esse é o nome de uma das principais responsáveis pela identificação do vírus da AIDS e das causas da doença. Ela recebeu o Prêmio Nobel de Medicina, em 2008.
Se ter uma carreira científica de respeito é algo difícil hoje, imagina no século 18? Foi nessa época que Maria Agnesi mostrou ao mundo sua inteligência. Ela escreveu um dos primeiros livros sobre cálculo integral e diferencial, em 1748.
A birtânica Mary Anning fez fama no mundo da paleontologia. Ela descobriu diversos fósseis, entre eles o primeiro ictiossauro. Muitas das descobertas de Anning estão expostas no Museu de História Natural de Londres.
As pesquisas de Rosalind Franklin ajudaram (e muito) a entendermos a estrutura do DNA. Ela também pesquisou o vírus da poliomielite. Infelizmente ela morreu cedo, aos 37 anos.
Ela simplesmente ajudou a descobrir a fissão nuclear. Por isso, é considerada uma das mulheres mais importantes da ciência no século 20.
A vencedora do Prêmio Nobel de Medicina de 1983 é um dos nomes mais importantes da ciência. Ela descobriu o fenômeno da transposição genética, durante pesquisas na década de 1940.
Uma das poucas mulheres a vencer o Nobel de Física, Maria Goeppert Mayer venceu o prêmio em 1963, após quase 5 décadas em que apenas homens foram homenageados
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